quarta-feira, 20 de junho de 2012

CUIDADO, SUA FILHA NÃO É UMA PRINCESA!



A menos que você seja uma rainha... Se for esse o caso, perdão, majestade!

...

Até que uma mulher se torne mãe, é comum que ela mal observe a forma como os filhos das outras mulheres são educados. Em regra, as crianças são “umas fofas” ou “umas chatas”, simples assim!

Com a maternidade, o encanto que a envolve é tamanho que a mulher se transforma.

Muitas, compreendendo intuitivamente a importância do seu novo papel, trabalham incansavelmente pela vida que lhe fora entregue em confiança. Outras, no entanto, se perdem no encanto, na magia, na satisfação em ter aquele bebê nos braços e passam a trata-lo como se fosse “o mais lindo sobre a face da Terra”.

A ninguém é permitido tirar de uma mãe a sensação de que gerou “o mais belo dos belos”. As mães têm todo o direito de sentir-se assim porque é verdade! É a sua verdade!

O problema é que todas sentem da mesma maneira. Todos os filhos são “os mais lindos do mundo”.

“Ah! Mas nem sou eu, TODO MUNDO acha meu filho lindo!!!” De fato há crianças de beleza estonteante. É uma delícia olhar para elas! É uma delícia receber, através delas, elogios que a própria mãe nunca recebeu nem receberia se não fosse assim. Ela se projeta no filho (principalmente na filha) e se satisfaz plenamente! O ego grita!

Apesar de difícil, cabe a cada uma controlar seu sentimento de forma a não impor a sua verdade às outras mulheres. Mas para se controlar, é preciso de uma dose carregada de consciência. Do contrário, não se encontra razões que superem a satisfação que o ego proporciona.

A sensação é mais ou menos a seguinte: “Pronto! Chegou a minha vez! Esperei demais para sentir isso!” E sente, e transborda, e espalha um sentimento absolutamente comum como se fosse exclusivo. Não se vê agindo assim e nem é capaz de avaliar as consequências dessa postura. Mas não foi para massagear o ego das mães que os filhos vieram ao mundo! Muito pelo contrário. Vieram para, entre muitas coisas, ensinar a elas o amor incondicional.

Comportar-se como se o seu filho fosse “o melhor do mundo” acarreta:
1. Num sentimento bastante amargo por parte das outras mães
2. Na competição acirrada que reina entre as mulheres
3. Em estragos de proporções inimagináveis para a vida do seu próprio filho

É evidente que os momentos de afeto são fundamentais e que palavras carinhosas tornam as crianças mais seguras e felizes. É muito saudável dizer para uma filha:

“Meu amor!” (Sim, o amor é seu e você o dedica a ela!)
"Minha querida!” (De bem-querer. Ela é querida para você? Diga!)
“Coisa fofa da mamãe!” (Bebês são fofos mesmo!)
“Como você está cheirosa!” (Hum... cheirinho de bebê... delícia!)

Nada disso é mentira e, portanto, não faz mal.

Agora... Em reiterados momentos de empolgação reafirmar para uma criança que ela é “a coisa mais linda DO MUNDO”, “a melhor DE TODAS”, “INSUPERÁVEL”, blá-blá-blá..., uma PRINCESA!

Tem certeza que não há, no mundo inteiro, uma criança mais linda que a sua? Trata-se de uma opinião unânime? É a melhor e insuperável em que? Em tudo? Na beleza, na inteligência, na herança, no carisma? Há um reino, com súditos e muita riqueza para a sua princesa, ou você faz parte dos que trabalham para pagar as contas?

Ora, avalie com sensatez a reflexão proposta. Chamar sua filha de princesa não seria um problema se você não a tratasse como tal. Da mesma forma, de nada adianta eliminar a palavra “princesa” do seu vocabulário, mas permanecer com um comportamento que reafirme silenciosamente que o mundo fará tudo o que ela quiser. Obviamente não será assim. Em algum momento essa expectativa será duramente frustrada!

O príncipe encantado não vai aparecer, não haverá serviçais, nem palácio, tampouco a promessa de vida perfeita com um final feliz.

A vida é séria e deve impor rigor e disciplina para que ela entenda o significado da palavra sacrifício e aprenda a valorizar seus dias. Do contrário, sua filha se tornará um poço de frustrações. O vazio que ela experimentará poderá ser o responsável por desequilíbrios que levem a uma infelicidade profunda.

Pior do que todo esse sofrimento será o momento em que ela perceber a parcela de culpa da própria mãe nesse processo.

Verá que a mãe, ao invés de conduzi-la pela vida de forma realista e torna-la capaz de lutar pelas próprias conquistas, a fez acreditar num mundo fantasioso, construído com base em elogios, competições e a falsa ideia de que era uma princesa.

Ao se tornar adulta, no lugar de uma alma preenchida estará um enorme vazio.


Sem qualquer informação acerca da sua própria existência e sem compreender o que “fizeram” com a sua psiquê, buscará ser feliz como puder (como todas estão buscando): consumindo, se expondo, sustentando estereótipos, demonstrando carências profundas ou egoísmos absurdos, comendo compulsivamente, bebendo, fumando, adotando posturas agressivas, usando drogas.

Não importa a forma, são todos recursos que entorpecem um desconforto que a alma manifesta.

É triste!

Em pensar que o bebê chegou cheio de encanto e gerou tanta satisfação!

Seria possível lembrar-se, quando estiverem a sós (você e seu bebê), que está em suas mãos a felicidade dessa criança? Seria possível despender uma dose razoável de esforço pessoal para controlar os impulsos do seu ego?

Isso poderá render-lhe uma felicidade moderada, porém permanente a ser experimentada ao longo da vida.

Sem essa consciência, toda satisfação será desperdiçada na primeira infância e os frutos da adolescência e vida adulta poderão estar irremediavelmente comprometidos.

Revista-se do poder que a força da criação investiu em você. Observe as manifestações do seu ego. Saia dessa “faixa” degradante em que a maioria das mulheres se encontra. Faça a diferença pela felicidade dos filhos. Assim, eles poderão ser melhores para eles próprios e não “melhores do que os outros”. Essa é a sua contribuição!

Imagens: Gettyimages

quinta-feira, 14 de junho de 2012

DESPERTANDO OS SENTIDOS, UM MANUAL PRÁTICO



Passei o mês de maio sem novos posts. Não publiquei, mas não deixei de escrever. Estava preparando um material que acaba de ficar pronto.

Nos últimos tempos, tenho conversado bastante (pessoal e virtualmente). Conversas profundas que me fizeram observar um problema muito comum: as pessoas realmente desconhecem regras básicas sobre o funcionamento do seu próprio corpo. Não me refiro às reações químicas complexas ou aos nomes científicos porque também desconheço, mas sim às informações muito básicas mesmo, como a real importância dos 5 Sentidos, por exemplo.

Há alguns anos fui reapresentada aos meus sentidos. Descobri que vinha fazendo tudo errado e, o pior, na certeza de que estava certo. Comer, ouvir, ver, sentir cheiros e toques estava tão mecanizado que somente me dei conta da falta que tudo isso fazia quando me mostraram que eu tinha um comportamento ausente. O primeiro desafio foi compreender o que é um “comportamento ausente”. Num segundo momento, a superação passou a ser “permanecer presente”.

Relembrando minha própria experiência, observando que muitas pessoas (quero dizer muitas mesmo) passam pela mesma dificuldade e consciente de que o “comportamento ausente” é a porta para muitos desequilíbrios, me senti motivada a escrever.

Reafirmo: o comportamento ausente e mecanizado é a porta para incontáveis desequilíbrios que entram pela sua mente, se instalam nas suas emoções e se manifestam no físico, através das doenças, principalmente as psicossomáticas, também chamadas de males modernos (depressão, estresse, angústia, síndrome do pânico, ansiedade, obesidade, etc).

Nesse contexto, nasceu “Despertando os Sentidos – Um manual prático para restaurar a sensibilidade”.

Ele vem carregado de boas vibrações para que você alcance a importância dos seus 5 Sentidos e possa, através dos vários exercícios propostos, adquirir hábitos extremamente simples e saudáveis para se conduzir mais feliz pela vida.

Essa é a minha contribuição para que seus dias possam ser melhores.

Desfrute!

 

sábado, 2 de junho de 2012

DEUS PAI, NATUREZA MÃE!


Como a vida é feita de fases, começo a experimentar mais uma: é hora de ensinar uma pessoinha a rezar. Tenho duas opções: reforçar os padrões que por séculos se repetem ou romper com estes mesmos padrões que recebi sem qualquer consciência.

Vou romper. Não posso ensiná-la que existe um Pai, um Filho e um Espírito Santo sem dizer-lhe que existe também uma Mãe. Deus tem Mãe! “Santa Maria, Mãe de Deus!” Isso eu aprendi bem. Mas porque Ela não é reverenciada como a força máxima do Universo? A criação é feminina, o útero é um cálice sagrado. É através da Mulher que todos chegam ao planeta. Ela é o portal entre as dimensões. Porque negam sua existência e importância?

Sou Mulher. Aprendo a cada dia quão fundamental é a atuação feminina para a transformação que o mundo requer. Vejo Mulheres guerreiras fazendo a diferença, lutando por causas nobres, espalhando o amor, ao mesmo tempo em que sou obrigada a reconhecer os quilos de outras mulheres sem a menor consciência do contexto sagrado que as envolve.

Todas as formas de vida dependem de uma mãe para sobreviver. A expressão máxima do amor sobre a Terra é o cuidado. Mãe cuida! Já nasce sabendo. Toda mulher é também mãe, independentemente de ter dado à luz um filho biológico.

Há uma legião de guerreiras trabalhando árdua e anonimamente pela transformação do mundo, a começar pelo seu próprio mundo. Muitas se preparam para este trabalho.

Se você pretende participar e colher os bons frutos, passe a vibrar: “No que posso ser útil?” A resposta chegará.

Está decidido: a oração de todas as noites, no meu quarto, incluirá a Mãe! Mãe Natureza! Mãe de Deus! Mãe do Mundo! Mãe Terra! Vida, a Grande Mãe! Mãe que me trouxe ao mundo! Mãe da Mãe, Mãe da Avó, da Bisavó e todas as Mães Ancestrais que perpetuaram a espécie humana sobre a face da Terra, se doando!

Para que as Filhas possam ter uma chance de liberdade plena!

Que assim seja!
Imagem: elmundodemarisol.blogspot.com.br

sábado, 14 de abril de 2012

A SOLUÇÃO ESTÁ DENTRO DE MIM? COMO ASSIM?



- Que sofrimento aterrador! Porque você sente isso?
- Eu não sei! Não queria sentir, mas é mais forte do que eu!

Somente tendo experimentado para compreender alguns dos sofrimentos que povoam a alma de outras pessoas. Quando você sente dores emocionais, a primeira atitude mental é se livrar delas, não importando como. Mas nem sempre isso é possível.

Há duas formas de parar de sofrer por um problema:
1. Deparar-se com um problema maior.
2. Compreender a causa.

Para nos depararmos com um “problema maior” não precisa de receita. A Lei de Causa e Efeito se incumbe disso com maestria. Mas compreender a causa do que lhe aflige exige muito esforço pessoal e coragem. Descobrir as causas é, muitas vezes, reconhecer seu pior lado.

“Putz... não quero!” Tudo bem! Vai levando enquanto for suportável. Quando doer muito ou o incômodo for maior que o comodismo (e a birra), aí sim estará apto a saber sobre si. Se assim não for, tudo o que descobrir “na marra” funcionará como uma grande agressão. Você poderá odiar de forma irreversível a pessoa responsável por refletir seus defeitos. Em muitos casos, é mais recomendável aguardar que o período de turbulência emocional e mental passe. As dores continuarão no mesmo lugar, mas sem agitação, palpites e pressão, suas chances de melhora aumentam muito.

“Tá, então não preciso fazer isso agora?” Não precisa. Espere mais um pouco, mas não permaneça acreditando que fugirá para sempre, ok? Seu próprio corpo lhe dirá o momento de reconhecer todo o lixo que produziu: ódio, raiva, mágoas, ciúme, inveja, inconformismos e toda sorte de contrariedades. Vai doer de verdade, tenha certeza!

Você carrega todas as respostas sobre as causas dos seus sofrimentos. Se for inteligente e honesto consigo mesmo compreenderá uma a uma e sairá sozinho da zona obscura da sua vida, onde os sentimentos são nojentos e a mente arquiteta planos diabólicos, vingativos e destrutivos. Todos trazem benevolência de alma, mas trazem também más tendências. Viver no meio, observando-se e vigiando o que pensa e sente é o GRANDE DESAFIO. Querer ser perfeito é muita pretensão, mas lutar com todas as suas forças para não perder o equilíbrio é a sua verdadeira batalha pessoal.

Se assim fizer, não terá mais tempo para sofrer. Estará muito ocupado observando o que traz na alma e como suas boas e más tendências se manifestam. O começo é estranho e tenso, mas no final tudo ficará claro, compreensível e agradável, afinal, é o que te compõe. Desvendar-se, além de um mistério, é uma delícia!

Imagem: Gettyimages

quinta-feira, 1 de março de 2012

NÃO SEI FALAR SOBRE SEXO COM O MEU FILHO



Falar sobre sexo com meninos é mais fácil ou mais difícil do que com meninas? Esta é uma reposta muito pessoal, mas na verdade, pouco importa. O grau de dificuldade está com cada pessoa, pois somos individualidades e temos formas muito particulares de lidar com cada situação.

Neste contexto ouso me intrometer no universo masculino e lançar algumas considerações. Meu único pedido: Mães, não sejam omissas. Falem com seus filhos. Não deixem que eles acreditem que sua única preocupação deva ser evitar uma gravidez. Há muita coisa que é preciso saber e se este texto puder ser útil, que assim seja!

Vamos por partes...

Qual o melhor momento para falar sobre sexo com seu filho? Quando ele perguntar. Desde criança poderá ir manifestando curiosidades e aí está a sua melhor chance de informa-lo. “Tá, mas meu filho já cresceu e eu não fiz isso. E agora?” Agora você corra atrás do prejuízo. Há uma grande chance dele já ter aprendido um monte de bobagens, de já estar machista ou ter se tornado um “grandissíssimo filho da p#%@” que trata mal toda e qualquer mulher com quem se relaciona. Se chegou a esse ponto, não se orgulhe. Você não deu à luz um garanhão, mas um ogro. Na verdade, você é (ou será) responsável pelo sofrimento de muitas mulheres e sua vida pessoal em nada se beneficiará com isso.

“Ah, vá! Cuidem das suas cabritas que meu bode tá solto!” Vai... Você sofre? Responda silenciosamente: você é feliz? Sua infelicidade está na medida desse tipo de comportamento.

“Credo, que texto desagradável! Nem quero mais ler!” Vai melhorar. Esse início está direcionado aos quilos de mães egoístas e inconscientes.

Observe que muitas mães até gostam de saber que seus filhos se comportam assim, de maneira rude. De certa forma, cultivam a ilusão de que permanecerão eternamente como a “única mulher de suas vidas”. Até concordo que é horrível ter que entregar o próprio filho a outra mulher; uma “zinha qualquer” que passa a dominá-lo de um jeito que você, mãe, nunca conseguiu. As noras são, realmente, as maiores concorrentes das sogras. São raríssimos os bons relacionamentos neste verdadeiro “campo minado”. O que se vê é muita hipocrisia, falsidade e um ódio cordial sendo duramente administrado.

O problema é que as mães, com medo da perda e do ciúme que sentirão ao ver seu filho com outra, permitem que se forme sob seus olhos e cuidados, um ser de caráter lamentável no que diz respeito às relações amorosas e sexuais. Como se a falta de respeito para com todas as outras mulheres do mundo tornasse a relação mãe-filho mais forte. Na verdade, isso é apego, obsessão e domínio deslavadamente classificado de amor; um sentimento mascarado e usado para manipular as situações até que a mãe se dê por satisfeita. Quando isso não acontece (quando ela não sente que venceu), um muro das lamentações é pouco para tanta carência, chororô e “eu quero morrer”.

Mas se você não compõe esse rol e se importa com a qualidade da vida sexual do seu filho, além de não querer ver mais meninas sofrendo desnecessariamente, compreenda seu papel nesse processo e mãos à obra.

Quando surgir a oportunidade, fale abertamente com ele. Encontre uma forma de prender sua atenção. Se for preciso, use alguns palavrões que ele nunca imaginou ouvir da própria mãe. “Ah, eu não vou falar palavrões!” Tá, então não fale! Mas acredite: tem um efeito único. Primeiro porque se você começar a dar nomes ridículos para descrever os órgãos sexuais masculinos e femininos, sua credibilidade vai a zero. Aproxime-se da realidade dele. Meninos adolescentes convivem com palavrões. Ele ficará, no mínimo, curioso para saber onde a mãe dele aprendeu esses nomes. Só não me vá gostar e tornar isso um hábito, por favor! Mãe “boca suja” NÃO PROCEDE! Essa é apenas UMA das inúmeras maneiras de impacta-lo para que deixe de lhe subestimar.

Outro ponto fundamental: ele precisa perceber que você sabe coisas que ele REALMENTE não sabe. Não é uma estratégia, é um fato! Você, depois de uma vida inteira mantendo relações sexuais, depois da gestação, do parto e todos os etc. que um relacionamento permite, OBVIAMENTE sabe mais do que um pirralho na puberdade. Embora ele se comporte como se soubesse tudo, tenha certeza: NÃO SABE! O que quer que tenha aprendido chegou até ele de forma deturpada e com uma dose carregadíssima da mais alta sacanagem. Muita coisa ele deve ter visto na internet, em vídeos e revistas pornográficas. Outra parte das informações pode ter vindo de amigos sem experiência nenhuma, ou pior, com experiências detestáveis. Na dúvida, seja você a fonte! “Ah! Mas ele nunca quer me ouvir!” Vai querer quando o assunto interessar. Seu papel é torna-lo interessante.

A propósito, como você lida com o fato dele masturbar-se diariamente? “Procuro nem pensar nisso!” Então pense porque ele faz isso várias vezes ao dia. Os homens têm uma necessidade biológica de expulsar o sêmen produzido diariamente. Se não mantiverem relações sexuais ou não se masturbarem, a ejaculação poderá ser involuntária, até mesmo durante o sono. Masturbação não é sinônimo de desequilíbrio, vício ou obsessão por sacanagem, mas uma necessidade do corpo. Se preferir, pesquise mais sobre o assunto! A internet existe também para isso! Munida desse tipo de informações, poderá começar o papo por aí.

“Mas nem faço ideia do que ele precisa saber!” Ele precisa saber das suas verdades! Tudo o que você lamentou por não ter identificado no homem com quem se relacionou e tudo o que lhe causou admiração e prazer. “Como assim?” Procure se lembrar dos sentimentos que lhe povoaram a alma após suas experiências sexuais e conte a ele. Explique os tipos de sexo e as funções das diferentes posições para um coito. Um livro do Kama Sutra pode ajudar bastante. Há páginas na internet que disponibilizam desenhos ao invés de fotos. É menos agressivo para olharem juntos. Mas nada impede que você escolha boas fotos e encare-as com a seriedade que o momento exigir.

O que? Você não tem certeza se sabe todos os tipos de sexo e as funções das diferentes posições para poder explicar para ele? Então estamos tratando de uma EXCELENTE oportunidade para você aprender também. Uma vida inteira mantendo relações sexuais e ainda lhe restam dúvidas? Esclareça-as! Pesquise, se informe, envie sua dúvida para mim (os comentários passam por moderação e não serão postados se tratarem de assuntos pessoais, ok?), MAS FAÇA ALGUMA COISA! É inconcebível tanta escuridão! Informação é luz! Elucide-se! Os textos deste blog são uma ótima fonte! ;)

Informe com conhecimento prático, mas NÃO DEIXE de lançar doses de sentimento no que disser. Tempere a conversa com a sua verdade. Deixe o preconceito de lado, exclua o pecado das suas considerações e seja um instrumento. Cumpra seu papel, mãe! Faça do seu filho um homem seguro e responsável por seus atos sexuais.

Ele precisa saber, por você, que é através de uma mulher que ele será apresentado à melhor sensação da sua existência. É simples de entender: uma mulher + seu filho + o amor incondicional dela por ele = uma grande chance dela alcançar o verdadeiro orgasmo e levá-lo à experiência do encontro com Deus. Ela vai e o conduz.

Há tanta magia numa relação sexual! Há tanta beleza por ser descoberta e experimentada! A glória de um homem está guardada no cálice sagrado da mulher que o ama incondicionalmente, mas as relações se apresentam doentes a tal ponto, que não há magia e beleza que sobreviva a tanta promiscuidade, baixaria e sacanagem.

Seu filho poderá aprender e experimentar tudo o que o mundo oferece, afinal, ele possui livre-arbítrio, mas você não pode negar-lhe informação. Ele precisa saber que respeitar uma mulher e viver uma relação verdadeira e saudável com ela pode fazê-lo sentir um prazer inigualável, que “suruba” nenhuma será capaz de proporcionar.

A Mãe Natureza é sábia demais para permitir que a promiscuidade se sobreponha ao amor e proporcione maior prazer. Esse controle é divino, não adianta tentar burlar uma Lei da Natureza. Ela reserva o néctar dos deuses aos que se preservam, valorizam e se respeitam mutuamente.

Imagem: Gettyimages

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CURSOS DE AUTOCONHECIMENTO, AUTOCURA E DESENVOLVIMENTO PESSOAL



O NÍVEL BÁSICO reúne as primeiras noções sobre autoconhecimento, sobre o que é autocura e como alcançá-la. Informações que tratam do funcionamento do corpo físico, emocional, mental e espiritual e criam as condições para que cada um, à sua maneira e ao seu tempo, conheça a si mesmo e alcance o equilíbrio.

Dias 27, 28 e 29 de Fevereiro de 2012
Horário de Início: 20 horas
Local: Rua Achiles Zanaga, 350
Vila Medon – Americana/SP
Investimento: R$ 50,00
Informações: 19 3621-6294

ASSUNTOS ABORDADOS
  • Estudo dos centros de energia (chakras)
  • Relação entre Chakras, Glândulas, Órgãos e os 5 Sentidos
  • Desequilíbrios comuns nos dias de hoje
  • Males Modernos (depressão, angústia, fobias, medo, ansiedade, síndrome do pânico,...)
  • A importância do alimento e das plantas medicinais na busca do equilíbrio
  • Como alcançar outros níveis de consciência
  • Espiritualidade: a simplicidade da vida e suas manifestações

Experiências inovadoras num Curso que cria reais possibilidades de melhora pessoal. O autoconhecimento leva à autocura do corpo, das emoções, da mente e do espírito. Uma vez curado, você poderá espargir bons pensamentos e sentimentos, proporcionando a melhora de todos à sua volta: família, trabalho, amigos, relacionamentos,...

Considero este Curso de tamanha importância, que decidi dedicar um post exclusivamente a ele, pois se há um marco, um divisor de águas na minha vida, trata-se do CURSO “NÍVEL BÁSICO” realizado pela Fraternidade Lux de Harmonização. A partir dele, profundas transformações aconteceram. Iniciei em 2005 e nunca mais parei. Informações que alimentam a alma, que preenchem, acalmam, proporcionam a paz necessária para tomar posse de si mesma, retomar as rédeas da própria vida e viver plenamente todas as experiências que a Mãe Natureza reserva a cada um.


Se a dúvida é “O que é o Nível Básico”, posso dizer que é uma PORTA. Através dele uma pessoa que busca a consciência sobre si mesma dá os primeiros passos.

A Fraternidade Lux de Harmonização é uma escola de autoconhecimento e autocura. Lá se aprende que quanto mais pessoas alcançarem maior consciência sobre si, melhor será o mundo. Considero uma grande verdade, pois quem sabe de si deixa de condicionar a sua felicidade aos outros.

Uma pessoa frustrada é um perigo! Vira um poço de ciúmes, inveja, vira um câncer no meio em que vive e pode fazer estragos incalculáveis! Em contrapartida, uma pessoa bem resolvida é capaz de salvar o mundo... o seu mundo, no mínimo!

Quando a informação é compartilhada, é como se uma luz se acendesse. Essa luz vai ficando maior e o que ela ilumina é o seu interior. Parece romântico, mas é real. Você se olha e se vê! Sabe de si, se conhece, entende porque sente as coisas que sente, entende porque odeia certas situações, reconhece que a dor física está aí porque, antes dela, algo de muito estranho aconteceu com o seu sentir e você não resolveu.

E vai mais além... Começa a observar que antes de sentir você pensou. Você sabe o que tem pensado? Observa se são coisas boas ou ruins? Observa os sentimentos que te acompanham durante um dia inteiro? E as coisas que você fala? Sabe realmente qual o efeito de tudo isso nas suas relações amorosas, familiares, sociais ou de amizade, profissionais e acadêmicas?

São justamente estes os assuntos tratados nos Cursos que a Fraternidade Lux realiza. E a autocura está na aplicação de tudo o que será ouvido. Quanto maior a sua consciência, maior a sua força. Essa força te faz confiar e acreditar em você. A isso se dá o nome de autoestima. Pessoas de autoestima saudável encontram o equilíbrio. Esse é o milagre! O equilíbrio é a cura. Por isso autocura. Você fazendo por você e compreendendo a função e a importância do outro nesse processo.

Associado a tudo isso está a importância do que se come. “Você é o que você come”. Por isso a Fraternidade Lux investe, também, na prática do cultivo orgânico do alimento. Cuida-se do alimento para que o corpo seja saudável. O corpo que é um templo sagrado.

Os cursos são, portanto, o primeiro passo. Os passos seguintes envolvem experiências únicas. Depois da teoria vem a prática, o contato com a natureza, com os seus elementos, a terra, a água, o fogo, o ar... Dá pra resgatar muita coisa! Dá pra voltar a ser criança em alguns momentos, a ser espontânea, a acreditar, a sorrir gratuitamente... Basta aceitar os convites que a vida faz!

Vamos, inscreva-se!
Também estarei lá, ávida por mais informações!!!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

QUERO MUITO ENGRAVIDAR, MAS NÃO ESTOU CONSEGUINDO



Tenho tido muito contato com mulheres que não conseguem engravidar. Muitas conversas que, necessariamente, não resultam no que elas querem ouvir. Decidi escrever para promover uma reflexão mais profunda. De uma conversa, a pessoa extrai o que quer (e pode permanecer sofrendo desnecessariamente por não entender o que foi dito), mas de um texto escrito, a oportunidade de realizar reiteradas leituras acaba criando melhores condições para que ela se veja e compreenda o cenário para o qual a vida a conduziu. 

Decidir ser mãe e não conseguir engravidar gera uma dor terrível que povoa muitas almas. Tudo parece certo, mas algo dá errado e “não fecunda”.

Engravidar envolve algumas sérias decisões: a idade, o parceiro, as condições financeiras, a profissão, a liberdade, os projetos pessoais, a paciência com crianças e um sem-número de outros fatores. Tudo isso pesa muito na hora “de pensar a respeito”.

O detalhe é que há mulheres que prorrogam tanto a gestação que, quando optam pelo sim, necessariamente não alcançam o resultado esperado. Outras, no entanto, apesar de não prorrogar e sentir uma inquestionável paixão por crianças, também não alcançam. Não se explica: “A gente faz um plano; Deus faz outro.” Inicia-se, então, uma fase extremamente difícil e delicada.

Em regra, uma vez tendo decidido ter um bebê, o primeiro passo é parar de fazer uso de métodos contraceptivos. Passa-se, então, a observar o período fértil, a intensificar as relações sexuais nesse período, a procurar a posição mais favorável para que a ejaculação seja eficaz, ou seja, o casal (especialmente a mulher) passa a viver em função do seu mais novo objetivo de vida.

A idade começa a preocupar, as informações sobre má formação de fetos começa a “brotar”, os questionamentos se intensificam por parte da família num ciclo de constância que chega a irritar. Muitos casais acabam percebendo que falar foi um erro e adotam o silêncio como postura.

Do insucesso entre quatro paredes a uma visita ao especialista é um pulinho. Rapidamente todos os remédios e métodos de fertilização passam a ser conhecidos. O casal sai do extremo da contracepção para o extremo da fertilização.

A mulher, por sua vez, acumula expectativas e vira refém de imaginações detalhadas de como seria gerar um filho e tê-lo em seus braços. Quanto mais difícil, mais ela luta e se esforça para engravidar. Algumas enlouquecem, angustiam-se, deprimem-se, e, comumente, fazem isso com o parceiro também, ou seja, além de sua saúde psíquica, comprometem a relação.

O que resta a um casal que chega a esse ponto, a não ser extrair de tamanha dificuldade a lição que a Mãe Natureza quer ensinar?

Concepção é uma escolha divina. Por mais que se esforcem para não engravidar, algumas mulheres são inacreditavelmente surpreendidas por uma gestação. Outras, no entanto, por mais que queiram e se esforcem, simplesmente não conseguem gerar o próprio filho.

Então, se você quer muito engravidar, mas não está conseguindo, é hora de encarar-se e descobrir porque a Mãe Natureza não lhe permite conceber. Porque justamente você não consegue? O que lhe falta para que mereça receber um presente das hostes celestes?

Responda, de forma franca e silenciosa:

Tem cuidado da própria saúde? É dela que depende a nova vida!
Preocupa-se com o planeta que seu filho ou filha herdará?
Aprendeu a fazer esforços, concessões, sacrifícios e a ceder?
Já é capaz de abster-se de falar mal dos outros?
Que tipo de relação mantém com a sua mãe?
A que nível chegou seu egoísmo? Atingiu sua alma?
Cuidou bem do cálice que o receberá e o manterá em formação por 9 meses ou deixou todo tipo de homem frequentar e macular o verdadeiro “Santo Graal” que milagrosamente carrega?

Acrescente a esta lista tudo o que já deveria ter alcançado, ter melhorado enquanto ser humano, ter evoluído E NÃO O FEZ POR LIVRE ARBÍTRIO. A vida é feita de escolhas. Você fez as suas e carrega, em seus registros mais íntimos, todas as respostas.

Não cumpre a mim apontar um dedo nojento e inquisitor para a postura que adotou na vida, mas se essa reflexão lhe trouxer respostas e algo for transformado no âmago do seu ser, talvez a Mãe Natureza perceba que já pode entregar o presente tão esperado a essa filha que compreendeu o seu recado e transpôs a barreira da ignorância sobre si mesma.

Negar-lhe a gestação NÃO é uma punição divina. É apenas o último recurso suficientemente capaz de colocá-la diante de si mesma. Então, que seja feita a vontade da Grande Mãe, no processo de reeducação de suas filhas inconscientes por comodismo ou livre arbítrio.

Toda mulher carrega um cálice sagrado. Nele, o milagre da vida se manifesta e envolve todos os encantos do universo, basta que ela esteja ESPIRITUALMENTE pronta.

Historicamente, num tempo em que as mulheres desempenhavam seu papel com maestria, a maternidade era compreendida como uma consequência natural. Biológicos ou não, todos eram tratados como verdadeiros filhos. Essa compreensão impedia que qualquer tipo de crise se instalasse porque todas sabiam que o filho biológico tinha como principal função ensinar àquela mãe o amor incondicional, ao passo que todas as mulheres que já tivessem alcançado o mais nobre dos sentimentos, não mais precisariam passar pela experiência da maternidade.

Um entendimento bastante simples, mas de uma força incomensurável porque impedia o desequilíbrio, o sentimento de fracasso, o pânico de ser cruelmente classificada como “árvore seca”.

Dois grandes exemplos de mães dos filhos do mundo, sem nunca ter dado à luz um filho biológico são Irmã Dulce e Madre Teresa de Calcutá. Mulheres, guerreiras, verdadeiras mães e exímias reeducadoras. Ensinavam com o exemplo, com a conduta e não por palavras.

Imagem: Gettyimages

sábado, 21 de janeiro de 2012

NÃO SEI FALAR SOBRE SEXO COM A MINHA FILHA



- Acho que minha filha não é mais virgem.
- Vocês conversaram sobre essa decisão, de iniciar a vida sexual?
- Não. Quer dizer, conversamos.
- Como foi a conversa?
- (...)
- Tensa? Apática? Incompleta? Constrangedora? Desconfortável?
- (...)
- Quer conversar primeiro sobre os seus problemas de ordem sexual? Sobre os seus bloqueios e traumas?
- (...) (...) (...)

Ufa! Ainda bem que isso não é um diálogo; é apenas um texto que você lê se quiser. Não precisa se confessar e muito menos responder a essa incômoda pergunta. Mas já que estamos aqui e o assunto começa a tomar forma, que tal se permitir a uma maior compreensão sobre a sexualidade e tudo o que a envolve?

Embora eu não possa afirmar que você arraste desequilíbrios sexuais, posso, sim, comunicar com segurança que 99% da população mundial se apresenta sexualmente desequilibrada. Tentar analisar cada perfil não é sensato, além de ser irrelevante. Mas conforta saber que, caso tenha algum desequilíbrio, você não é a única com problemas desse tipo?

Como, então, falar com a sua filha sobre um assunto que, para você, é motivo de pânico ou vergonha? “Ai, nem uma coisa nem outra! Só não gosto muito de falar sobre isso!” Tudo bem! Há que se respeitar essa sua postura! Mas você sabia que se não falar abertamente sobre sexo com ela a informação chegará de forma absolutamente distorcida? Tome por base a forma como você entrou em contato com esse universo do sexo. Honestamente, fizeram um bom trabalho (com o seu cérebro e sentimentos) ou te jogaram numa vala, num abismo de insegurança e pecados?

A resposta pessoal a uma educação sexual deficiente é o extremismo: “nada pode” ou “tudo pode” (NEGAÇÃO X DEPRAVAÇÃO). Uma mulher torna-se sexualmente apática ou enlouquecida graças à falta ou à péssima qualidade de informações que lhe são prestadas.

Se hoje a sua vida sexual é um caos (quer porque nada te sacie, quer porque a nada você se permita), saiba: a solução para o seu problema está na informação. Mas qual? Esta aqui, aliás, todas essas que são discutidas por aqui, neste singelo espaço virtual. “Não é muita pretensão da sua parte achar que tem a resposta para essas coisas tão profundas e delicadas?” Seria pretensão se não fosse função e se eu não estivesse lutando contra um grande egoísmo. Como posso receber ajuda para chegar a essas conclusões e não compartilhar? Preciso, no mínimo, criar condições para que, a mais alguém, tudo isso possa fazer sentido. Faz para você? Ainda que não responda, já é possível sentir o que causa alívio e o que perturba. Então, na medida do possível, vamos explorando esse universo conturbado. Vai que num dado momento seja possível desvencilhar-se de todas as correntes e viver uma experiência sexual plena? Não seria fantástico? Pois é... Então, continuarei escrevendo e você, por favor, se esforce para continuar lendo, ok? Apenas isso.

E não espere encontrar um roteiro ou uma receita pronta para repassar para sua filha. A conversa entre vocês precisa ser regada a sentimentos: os seus e, principalmente, os dela. Somente “sentindo” se alcança a alma que, uma vez tocada, permanece com o registro eterno.

“Mas COMO falar com a minha filha?” Fale a verdade. Se suas experiências foram fantásticas ou terríveis, esteja disposta a ser honesta com os seus sentimentos. Mas EM HIPÓTESE ALGUMA deposite nessa conversa uma carga desnecessária de pecado, tampouco passe a falsa ideia da perfeição (namoro perfeito, homem lindo, rico e perfeito, jantares, presentes caros, paixão estonteante) e muito menos a faça acreditar nos múltiplos orgasmos alcançados a partir da busca desesperada pelo prazer.

Partir para a linha do pecado reforçará as impressões trazidas no DNA de toda mulher que teve uma ancestral comum queimada e torturada pela inquisição.

A propósito, qual o seu conhecimento sobre suas ancestrais? O que você sabe sobre a vida sexual da sua mãe, da sua avó e bisavó? Qual a origem dos seus bloqueios? Se algumas doenças são hereditárias, não seria possível que os traumas, registrados no material genético da sua tataravó, pudessem percorrer o mesmo caminho das doenças e chegar até você? Essa reflexão está além do físico. Não sou médica, cientista ou psicóloga, apenas estou considerando as questões energéticas que a todos envolvem. Energia nas suas mais variadas formas, ok? Pesquise um pouco sobre isso porque o assunto é vasto e realmente vale a pena!

Trabalhar o pecado como “reio” resulta numa tragédia pessoal; dificulta, inibe, trava, enrijece, bloqueia e faz sofrer demais. Por outro lado, embutir em sua filha a ideia da perfeição que ela “merece” é criar condições para o caos. Uma mulher que cresce acreditando em príncipe encantado “quebra a cara” na primeira oportunidade ou passa a vida se esforçando para sustentar um cenário, uma rotina falsamente construída sobre expectativas que ela criou ou os outros criaram para ela. Já a busca desesperada pelo prazer é o que existe de mais frustrante em termos sexuais e levará, fatalmente, aos estados alterados de consciência. Em todos esses casos, a felicidade torna-se utopia e, como consequência natural, se apresentam os males modernos (depressão, estresse, ansiedade, síndrome do pânico,...).

O número de mulheres doentes é assustador. Mais assustador ainda é o fato delas DESCONHECEREM a causa do seu mal, que comumente é de ordem sexual.

Então, se você quer o melhor para a sua filha, trate-a como uma SÁBIA MULHER que apenas precisa ser RELEMBRADA de alguns registros LIBERTADORES que ela traz na alma. Essa é uma das suas funções como mãe. Ainda que você não tenha sido tratada assim, se esforce para transpor todas as dificuldades sexuais que hoje se apresentam para alcançar um benefício maior. Ao proporcionar isso à sua filha, a Mãe Natureza pode lhe recompensar de várias maneiras (inclusive despertando em você as informações libertadoras que traz em sua própria alma). Mas se você for meio para que isso seja uma verdade para muitas outras meninas, além da sua filha, silenciosos créditos serão gerados e uma paz profunda passará a povoar o seu entorno. Vale o esforço, acredite!

Imagens: Gettyimages


 
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