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Em pleno carnaval, não dá pra deixar de observar a postura
coletiva de “tudo pode”. Tudo o que? TUDO! Pode beber, pode usar droga, pode
viver aventuras sexuais de todo tipo, pode experimentar um parceiro, dois,
muitos, beijar quem “lhe der na telha”, exagerar na exposição do corpo, adotar
uma postura que jamais teria. Homem “liberando” geral e mulher “dando” geral, num
quadro de pegação total e irrestrita.
Mas quem disse que pode?
O inconsciente coletivo vem dizendo há décadas.
Salvo engano (e posso mesmo estar enganada, porque não pesquisei),
uma festa cristã que servia como preparação para o longo...